Intus Cripto News - 01/12/2025
📰 Seu resumo dos principais highlights do mercado cripto!
🗽4 fatores que podem mexer com o mercado cripto nos próximos dias
O mercado de criptomoedas inicia a semana em clima de tensão após a perda de força do Bitcoin e o aumento da aversão ao risco. A atenção agora se volta para uma bateria de indicadores econômicos nos Estados Unidos, que podem redefinir expectativas sobre juros e provocar volatilidade significativa nos ativos digitais. Em um ambiente já fragilizado, qualquer surpresa macro pode amplificar movimentos abruptos.

Principais eventos desta semana:
Dados do ISM Manufacturing PMI de novembro – segunda-feira
Dados de vagas abertas do JOLTS de setembro – terça-feira
Dados do ADP Nonfarm Employment de novembro – quarta-feira
Dados do S&P Global Services PMI de novembro – quarta-feira
Dados do ISM Non-Manufacturing PMI de novembro – quarta-feira
Dados de pedidos iniciais de auxílio-desemprego – quinta-feira
Dados do PCE (inflação) de setembro – sexta-feira
Dados do MI Consumer Sentiment de dezembro – sexta-feira
Entre os dados mais aguardados estão os relatórios de atividade industrial e de serviços, além de indicadores do mercado de trabalho, como pedidos de auxílio-desemprego e números de emprego. Esses resultados tendem a influenciar diretamente o humor dos investidores: sinais de desaceleração podem reforçar apostas em cortes de juros, o que geralmente fortalece ativos de risco como cripto; números mais fortes podem pressionar o mercado e ampliar quedas.
O cenário global de incerteza também pesa. A deterioração da confiança financeira, combinada com quedas recentes e perda de liquidez, aumenta o risco de saídas de capital e liquidações em posições alavancadas. Em momentos assim, criptomoedas de menor capitalização ou com baixa liquidez ficam especialmente vulneráveis, podendo sofrer movimentos mais abruptos.
Com isso, a semana deve servir como termômetro para o direcionamento dos ativos digitais neste fim de ano. Dependendo do resultado dos indicadores e da reação dos investidores institucionais, o mercado pode tanto encontrar espaço para um alívio temporário quanto aprofundar a tendência de queda observada nas últimas semanas.
O último mês de 2025 começou.
🚀 Fundo tokenizado da Fidelity atinge US$ 250 milhões na Ethereum e impulsiona o avanço dos RWAs
O fundo tokenizado da Fidelity ultrapassou a marca de US$ 250 milhões em ativos sob gestão, consolidando-se como um dos maiores e mais bem-sucedidos produtos de RWAs já implantados na blockchain. O crescimento acelerado em poucos meses mostra o quanto investidores estão aderindo à ideia de acessar ativos tradicionais por meio de infraestrutura on-chain.

O produto, estruturado como uma versão tokenizada de um fundo monetário composto por títulos do Tesouro americano e instrumentos de curto prazo, permite que investidores mantenham cotas diretamente na rede Ethereum. Isso traz benefícios como liquidação instantânea, registro transparente e disponibilidade 24 horas por dia — vantagens difíceis de replicar nos sistemas financeiros tradicionais.
Nas últimas semanas, o fundo registrou aproximadamente 15% de expansão, refletindo forte demanda e expectativa crescente em torno da tokenização de ativos reais. A adoção por parte de uma gestora global como a Fidelity reforça que o movimento deixou de ser apenas experimental e já faz parte da estratégia institucional.
O sucesso do fundo confirma a Ethereum como principal infraestrutura para produtos financeiros tokenizados e sinaliza um futuro em que a integração entre finanças tradicionais e DeFi se tornará cada vez mais profunda, permitindo que ativos clássicos circulem com a agilidade e eficiência do ambiente cripto.
https://thedefiant.io/news/tradfi-and-fintech/fidelity-tokenized-rwa-fund-on-ethereum-hits-usd250m
🤖 Novo relatório revela possível “buraco de liquidez” nas reservas da Tether (USDT)
Um novo relatório sobre as reservas da Tether reacendeu preocupações significativas sobre a solidez do USDT. Apesar de a empresa afirmar que possui reservas superiores ao total de tokens emitidos, a análise indica uma mudança preocupante na composição desses ativos, com aumento da exposição a instrumentos considerados menos líquidos e mais arriscados. Esse desvio reduz a capacidade da stablecoin de responder rapidamente a resgates em grande escala.
O ponto central da preocupação está no fato de que parte relevante do lastro do USDT agora depende de ativos que podem perder valor ou se tornar indisponíveis em situações de estresse — como papéis de risco, empréstimos estruturados e instrumentos sensíveis à volatilidade. Quando combinada com uma redução na parcela de ativos altamente líquidos, essa mudança cria um potencial desequilíbrio entre obrigações e liquidez imediata.
O relatório também destaca falhas persistentes de transparência, incluindo falta de clareza sobre custodiantes, contrapartes e segregação dos fundos. Embora a Tether declare operar de forma totalmente capitalizada, a ausência de auditorias completas e detalhadas alimenta dúvidas sobre a real qualidade do colateral.

Para usuários que utilizam USDT como reserva de valor ou base operacional no mercado cripto, o alerta é relevante: mudanças bruscas no ambiente macro, pressão de resgates ou choques inesperados podem testar a capacidade do token de manter sua paridade. Em momentos de incerteza, cresce a recomendação de diversificar exposição e acompanhar de perto atualizações de reservas.
💳 DEXs batem recorde de US$ 419 bilhões em volume mesmo com correções no mercado
As exchanges descentralizadas registraram um marco histórico ao atingir cerca de US$ 419,8 bilhões em volume spot em outubro, mesmo em meio a um ambiente de correção generalizada no mercado cripto. O resultado mostra que, apesar da pressão vendedora, o fluxo on-chain continua crescendo e se consolidando como uma alternativa cada vez mais relevante ao trading em plataformas centralizadas.
A participação das DEXs no volume total de negociações cresceu de forma expressiva ao longo dos últimos anos. Enquanto em 2021 essas plataformas representavam apenas uma pequena fração do mercado global, em 2025 já respondem por mais de 21% do volume spot — uma mudança estrutural que reflete a busca por maior transparência, autocustódia e descentralização.
O avanço não ficou restrito ao mercado à vista. O segmento de derivativos também registrou crescimento acelerado, com os perpétuos negociados em DEXs alcançando recordes próprios e ampliando sua presença frente às exchanges centralizadas. A participação desse mercado já se aproxima de 12%, indicando que a infraestrutura descentralizada começa a competir de forma mais direta com plataformas tradicionais também no trading alavancado.

Mesmo em um cenário adverso, o desempenho das DEXs reforça a resiliência do DeFi e sua capacidade de continuar capturando usuários e volume. A tendência sugere que o papel das exchanges descentralizadas deve seguir em expansão, impulsionado por traders que valorizam autonomia, segurança e operações totalmente on-chain.
🔴 Bitcoin pode estar entrando em um novo regime de mercado mais “limpo” após queda na alavancagem
O mercado cripto passa por um processo profundo de desaceleração e ajuste. A demanda por instrumentos como DATs diminuiu, a liquidez à vista segue fraca — até 30% a 40% abaixo dos níveis recentes — e o apetite por risco caiu de forma acentuada após semanas de pressão vendedora. Essa combinação tem criado um ambiente mais silencioso, porém mais sensível, para os preços do Bitcoin.

Um dos sinais mais nítidos dessa transição é a forte redução na alavancagem. O uso de empréstimos baseados em ETH, incluindo posições com WETH e LSTs, caiu entre 35% e 40%, indicando menor utilização de estratégias de looping e de posições extremamente alavancadas. O mercado futuro também sofreu: volumes recuaram, posições compradas foram esmagadas e traders passaram a adotar posturas mais neutras.
Essa limpeza forçada, embora dolorosa no curto prazo, pode representar um ajuste estrutural importante. Com menos alavancagem e menos liquidez artificial sustentando preços, o comportamento do mercado tende a se aproximar mais de fundamentos reais, reduzindo riscos sistêmicos e diminuindo a probabilidade de liquidações em cascata.
Para investidores, o recado é claro: o momento ainda exige cautela, já que menor liquidez significa maior volatilidade. Mas, ao mesmo tempo, esse ambiente mais “limpo” pode ser o prelúdio de um ciclo mais saudável — onde os movimentos de preço refletem menos especulação excessiva e mais construção de valor de longo prazo.
📢 Coinbase pressiona CFTC por regras que permitam uso de stablecoins como colateral em mercados DeFi
A Coinbase pediu formalmente que a CFTC atualize o arcabouço regulatório aplicado ao mercado de derivativos e stablecoins, argumentando que as regras atuais foram criadas para instituições centralizadas e não refletem a dinâmica dos protocolos descentralizados. Para a empresa, o avanço do mercado cripto exige normas que combinem segurança, transparência e compatibilidade com operações on-chain.
No centro da proposta está a permissão para que stablecoins reguladas sejam usadas como colateral em mercados de derivativos, inclusive como margem inicial e margem de variação. Segundo a Coinbase, isso permitiria liquidação contínua, aumentaria a eficiência operacional, reduziria risco de contraparte e aproximaria o mercado dos padrões já adotados por plataformas DeFi.
A empresa também defende que a CFTC estabeleça regras específicas para protocolos descentralizados, cobrindo governança, mitigação de conflitos de interesse, transparência operacional e supervisão adequada. Para a Coinbase, estruturas integradas — que combinam corretagem, clearing e negociação — podem melhorar a eficiência, desde que operem sob diretrizes claras.
A iniciativa surge em meio a debates crescentes sobre regulação de stablecoins e DeFi nos Estados Unidos. Caso as mudanças avancem, o uso de stablecoins como infraestrutura de garantia pode se expandir significativamente, abrindo espaço para maior participação institucional e fortalecendo a ponte entre mercados tradicionais e protocolos on-chain.
https://coinpaprika.com/news/coinbase-pushes-cftc-for-stablecoin-collateral-defi-rules/
✨ Coinbase Ventures revela prioridades para 2026 com foco em RWAs, perpétuos, DeFi avançado e IA
A Coinbase Ventures apresentou sua visão estratégica para 2026, destacando setores que, segundo a empresa, devem liderar a próxima fase do crescimento cripto. O objetivo é posicionar o portfólio para capturar movimentos macro e tecnológicos que estão se consolidando rapidamente, especialmente em ativos do mundo real, novas estruturas de derivativos e automação inteligente.

No centro da tese está o avanço dos perpétuos de RWAs, uma categoria que busca permitir exposição sintética a ativos do mundo real sem exigir que esses ativos sejam tokenizados ou custodiados on-chain. A proposta inclui negociações de empresas privadas, índices macroeconômicos, commodities e métricas de risco — tudo diretamente em contratos perpétuos executados em blockchain, ampliando o alcance do mercado cripto para além dos tokens tradicionais.
Outro pilar envolve a evolução de infraestrutura de negociação, como modelos avançados de AMMs que protegem provedores de liquidez, terminais unificados para mercados de previsão e exchanges mais sofisticadas em redes como Solana. A Coinbase Ventures acredita que esse tipo de arquitetura será essencial para acomodar o próximo ciclo de usuários e volumes institucionais.
A empresa também vê oportunidades significativas na próxima geração do DeFi, especialmente em mercados perpétuos composáveis, crédito on-chain baseado em reputação, mecanismos de privacidade mais robustos e sistemas que usam IA e robótica para automatizar auditorias, execução de contratos e processos de compliance. Para a Coinbase Ventures, 2026 deve marcar um ponto de inflexão onde RWAs, derivativos e inteligência artificial convergem para redefinir o mercado cripto.
https://www.nftgators.com/coinbase-ventures-reveals-2026-plans-focused-on-rwa-perps-defi-and-ai/
🔥 Amundi lança seu primeiro fundo de mercado monetário tokenizado na blockchain
A gigante europeia de gestão de ativos Amundi anunciou que ativou — pela primeira vez — uma versão tokenizada de seu fundo de mercado monetário denominado em euros. O produto, chamado Amundi Funds Cash EUR (versão tokenizada), já estreou on-chain em 4 de novembro de 2025, usando a rede Ethereum. Essa novidade permite que investidores operem cotas do fundo como tokens digitais, ao invés dos métodos tradicionais, combinando o tradicional e o novo em um modelo “híbrido”.

A tokenização foi implementada em parceria com a empresa de serviços financeiros CACEIS, responsável pela infraestrutura de custódia, carteiras digitais e sistema de ordens para subscrição e resgate. O fundo continua disponível pela via tradicional, mas agora também oferece a opção on-chain — com liquidação automática, transparência nas transações e acessibilidade 24/7, eliminando limitações de horário típicas de fundos tradicionais.
O fundo investe majoritariamente em instrumentos de baixo risco denominados em euros, como títulos soberanos ou de curto prazo, mantendo um perfil conservador mesmo com a adoção da tecnologia blockchain. A Amundi ressalta que a tokenização só altera o “canal de distribuição” das cotas — não a estratégia de investimento nem a composição dos ativos do fundo.
Esse movimento da Amundi marca um passo importante na convergência entre finanças convencionais e cripto: demonstra que instituições tradicionais veem valor em migrar estrutura de fundos para blockchain, abrindo caminho para que mais produtos de investimento tradicionais se tornem acessíveis via tokenização.
💼 Fundo tokenizado da Fidelity atinge US$ 250 milhões na Ethereum e consolida avanço dos RWAs
O fundo tokenizado da Fidelity, lançado há poucos meses na blockchain Ethereum, ultrapassou a marca de US$ 250 milhões em ativos sob gestão, tornando-se um dos veículos de RWAs mais bem-sucedidos já implantados on-chain. O crescimento acelerado demonstra o apetite institucional por produtos que unem a segurança de ativos tradicionais com a eficiência da infraestrutura blockchain.

O FDIT é uma versão tokenizada de um fundo monetário da Fidelity composto principalmente por títulos do Tesouro americano e instrumentos de curto prazo considerados de baixo risco. A estrutura permite que investidores acessem esses ativos diretamente na rede Ethereum, com liquidez, registro on-chain e transferências simplificadas — algo impensável nos modelos tradicionais de custódia e liquidação.
Nos últimos 30 dias, o fundo cresceu cerca de 15%, refletindo novas entradas de capital e o fortalecimento da tese de RWAs como uma das principais tendências do mercado. A tokenização de ativos reais vem sendo vista como a próxima fronteira para integrar finanças tradicionais e DeFi, ampliando eficiência e reduzindo fricções operacionais.
O avanço do produto da Fidelity reforça a posição da Ethereum como a principal plataforma para tokenização institucional. A adoção crescente de ativos on-chain por gigantes do setor financeiro aponta para um futuro em que títulos tradicionais, liquidez global e infraestrutura cripto caminharão cada vez mais integrados.
https://thedefiant.io/news/tradfi-and-fintech/fidelity-tokenized-rwa-fund-on-ethereum-hits-usd250m
👀 S&P rebaixa Tether (USDT) e aponta aumento preocupante de ativos de risco nas reservas
A S&P Global Ratings rebaixou a nota de estabilidade do USDT para o nível mais baixo da escala, classificando a stablecoin como “fraca”. O corte ocorreu após a agência identificar um aumento significativo na parcela de ativos considerados arriscados dentro das reservas da Tether, o que, segundo o relatório, eleva a vulnerabilidade do lastro em períodos de forte volatilidade no mercado cripto.

A S&P destacou que aproximadamente 24% das reservas do USDT agora estão expostas a ativos de maior risco — incluindo criptomoedas, ouro, empréstimos garantidos e papéis corporativos — número bem superior ao registrado no ano anterior. Entre os pontos sensíveis, a agência chamou atenção para a fatia de Bitcoin nas reservas, em torno de 5,6%, acima da faixa considerada segura. Uma queda brusca no preço do BTC poderia pressionar o colateral e, em cenários extremos, aproximar o USDT de uma condição de subcolateralização.
O relatório também mencionou a falta de transparência da Tether em relação a custodiantes, contrapartes e segregação de ativos, fatores que pesaram na decisão. Segundo a S&P, a estrutura atual das reservas não oferece garantia suficiente de que todos os tokens emitidos poderiam ser resgatados sem riscos em um cenário de estresse.
A Tether contestou o rebaixamento, afirmando que a metodologia da S&P não reflete a natureza global da stablecoin e que o USDT continua sólido e totalmente suportado. Ainda assim, o corte reacende debates sobre confiança, risco sistêmico e o papel das stablecoins na infraestrutura financeira do mercado cripto.
https://thedefiant.io/news/tokens/s-and-p-ratings-downgrads-tether-usdt-citing-risky-reserves
⚡ ETFs de Bitcoin registram saídas recordes e perdem até US$ 3,6 bilhões em novembro
Os ETFs spot de Bitcoin nos Estados Unidos viveram um dos meses mais difíceis desde o lançamento, acumulando entre US$ 3,5 e US$ 3,6 bilhões em saídas líquidas ao longo de novembro. O movimento representa uma reversão significativa do fluxo de capital institucional que vinha sustentando parte da demanda por BTC ao longo do ano.

A pressão se intensificou especialmente na semana que terminou em 21 de novembro, quando os fundos registraram cerca de US$ 1,22 bilhão em resgates — a quarta semana consecutiva de retiradas. O dia 20 de novembro também marcou um momento crítico: os ETFs sofreram cerca de US$ 903 milhões em saídas em apenas 24 horas, um dos piores desempenhos diários já observados no setor.
O maior impacto veio do fundo da BlackRock, o iShares Bitcoin Trust (IBIT), que sozinho acumulou aproximadamente US$ 2,2 bilhões em saídas durante o mês. Esse fluxo negativo sinaliza uma mudança no comportamento institucional, possivelmente motivada pelo aumento da volatilidade e por um cenário macroeconômico menos favorável ao risco.
A sequência de retiradas aponta para uma combinação entre realização de lucros e redução de exposição a ativos voláteis. A queda recente no preço do Bitcoin acentuou a aversão ao risco, levando gestores e investidores a reverem posições — e os ETFs acabaram refletindo essa postura de forma direta.
Os números de novembro acendem um alerta: embora os ETFs tenham sido fundamentais para a entrada de capital institucional no mercado cripto, eles também podem se tornar canais de saída rápida em momentos de incerteza. A recuperação dependerá da retomada da confiança e de um ambiente macro mais estável, fatores que podem levar algum tempo para se consolidar.
📈 Sony Bank prepara lançamento de stablecoin em dólar e mira integração total com seu ecossistema digital
O Sony Bank está se movendo para lançar uma stablecoin lastreada em dólar já no início de 2026, e o plano representa um dos passos mais ambiciosos da gigante japonesa no universo dos ativos digitais. A ideia central é simples, mas poderosa: criar um meio de pagamento nativo para jogos, serviços digitais, assinaturas e conteúdos de anime consumidos por milhões de usuários nos Estados Unidos. É a entrada oficial da Sony na disputa por infraestrutura financeira própria dentro do entretenimento global.

A estratégia prevê que cada token seja emitido na proporção de 1:1 com o dólar americano, funcionando como uma alternativa direta aos cartões de crédito e débito utilizados hoje. O projeto avança junto da criação de uma subsidiária nos EUA, parte de um pedido de licença bancária feito em outubro de 2025 — essencial para permitir que a Sony opere, em território americano, serviços financeiros vinculados à stablecoin.
Para viabilizar o sistema, a Sony firmou parceria com a Bastion, empresa especializada na emissão e estruturação de stablecoins. A colaboração deve garantir infraestrutura de emissão, resgate e proteção regulatória, evitando riscos associados a modelos menos supervisionados do setor. A empresa também apresentou, em paralelo, a BlockBloom Inc., uma nova subsidiária dedicada a Web3, NFTs e serviços financeiros digitais, reforçando o compromisso da Sony com tecnologia blockchain.
Apesar do forte movimento estratégico, o projeto já enfrenta resistência regulatória. A associação Independent Community Bankers of America defende que o governo norte-americano não deveria conceder à Sony o estatuto bancário solicitado, alegando que isso daria à empresa a capacidade de emitir um ativo digital semelhante a depósitos bancários sem obedecer completamente às regras impostas a bancos tradicionais.
Se aprovado, o lançamento da stablecoin pode transformar a experiência de consumo dentro do ecossistema Sony, oferecendo transações mais rápidas, com menos taxas e integração total entre jogos, serviços pagos e conteúdos digitais. É uma tentativa clara da empresa de unir entretenimento e finanças digitais em um único ambiente — e de competir diretamente no setor que hoje movimenta bilhões em pagamentos online.
https://www.theblock.co/post/380857/sony-bank-stablecoin?utm_source=twitter&utm_medium=social
Isso não é uma recomendação direta de investimento.
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