Intus Cripto News - 02/03/2026
📰 Seu resumo dos principais highlights do mercado cripto!
🗽Agenda Macro EUA — Semana de 02 a 06 de março
Segunda (02/03) — ISM PMI Industrial de fevereiro: primeiros sinais de pressão sobre preços. Dado já divulgado: 52,4 (acima da expectativa de 51,7), com subíndice de preços pagos em 70,5 — maior desde junho/2022. Rendimentos dos Treasuries de 5-10 anos subiram 10bps no dia, reduzindo chances de corte do Fed no curto prazo.
Quarta (04/03) — Payroll Privado ADP de fevereiro: termômetro do mercado de trabalho que frequentemente dita o tom do relatório de sexta. Com petróleo disparando +9% após ataques ao Irã, o mercado vai monitorar se a pressão inflacionária começa a frear contratações.
Quinta (05/03) — Pedidos Iniciais de Seguro-Desemprego: indicador semanal acompanhado de perto pelo Fed para calibrar a saúde do mercado de trabalho. Qualquer deterioração aqui muda o tom das expectativas para sexta.
Sexta (06/03) — Relatório de Empregos de fevereiro (NFP) + Vendas no Varejo de janeiro: a divulgação mais importante da semana. Cobre emprego total, salários e taxa de desemprego. No contexto atual — petróleo alto, conflito geopolítico ativo e cinco meses consecutivos de quedas nos ativos de risco — um NFP fraco pode reabrir o debate sobre cortes de juros; um NFP forte, combinado com pressão inflacionária de energia, coloca o Fed em posição ainda mais difícil.
🔷 Ethereum anuncia abstração de contas nativa via fork Hegota em até um ano
Vitalik Buterin confirmou que o Ethereum implementará abstração de contas nativa dentro de um ano, por meio do fork Hegota e do EIP-8141 — encerrando mais de uma década de desenvolvimento nessa frente. A mudança unifica as contas externas (EOAs) e as contas de contrato inteligente em um único modelo programável, habilitando transações em lote, patrocínio de gas por projetos e operações de carteira mais flexíveis. Para ter uma referência de impacto: o EIP-4844 no upgrade Dencun reduziu os custos de transação em L2 em até 90%. O Hegota tem potencial similar — simplificando radicalmente a experiência do usuário e abrindo o Ethereum para um público muito mais amplo.
🏛️ Treasuries Tokenizados cruzam US$ 10 bilhões — e o ritmo surpreende até os otimistas
O mercado de Treasuries tokenizados ultrapassou US$ 10 bilhões em valor total, segundo dados do rwa.xyz (US$ 10,93 bi em 1º de março), consolidando-se como a categoria dominante dentro do mercado de RWAs que já supera US$ 25 bilhões excluindo stablecoins. O que chama atenção não é só o número, mas a velocidade: nove grandes instituições tokenizaram ativos em uma janela de dez semanas entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 — NYSE anunciando plataforma de liquidação on-chain, LSEG lançando o Digital Settlement House (DiSH), BNY rastreando saldos de clientes em tempo real, Lloyds completando a primeira compra de gilt britânico via depósitos tokenizados. A meta de US$ 100 bilhões até o fim de 2026, projetada por analistas do FXC Intelligence, representa crescimento de 10x a partir dos níveis atuais — e já não parece absurda.

Os produtos líderes são o BUIDL (BlackRock + Securitize, com mais de US$ 2 bilhões em TVL), o USYC da Circle e o MONY do JPMorgan — fundo lançado no fim de 2025 que conecta acesso em stablecoin a rendimentos de Treasuries via Ethereum. A SEC deu um passo relevante ao aprovar o fundo WTGXX da WisdomTree para negociação 24/7 a preço fixo de US$ 1, com liquidação instantânea em blockchain — primeira vez que um fundo de money market tradicional opera dessa forma. A lógica regulatória está mudando: não se trata mais de tolerar a tokenização, mas de criar estruturas compatíveis com ela.
O que torna esse movimento diferente dos ciclos anteriores é o caso de uso concreto: 58% dos participantes institucionais relatam dificuldades em gestão de colateral e margem. Treasuries tokenizados resolvem exatamente isso — colateral disponível 24/7, liquidação atômica, sem o lag de T+2 do sistema tradicional. A narrativa do "ouro digital do Bitcoin" concorre agora com um produto que entrega yield real do governo americano, programabilidade on-chain e acesso institucional com estrutura regulatória clara. O desafio estrutural permanece: concentração em poucos emissores, custódia centralizada e dependência de rails permissionados. Mas 2026 está confirmando o que a teoria previa: a ponte entre TradFi e DeFi se constrói primeiro pelo ativo mais conservador do sistema.

📉 Como os mercados estão reagindo ao conflito EUA-Irã
O Bitcoin abriu a semana na faixa de US$ 66 mil — relativamente estável após cair a US$ 63 mil no pior momento do fim de semana, quando o mercado cripto absorveu sozinho o impacto inicial dos ataques enquanto bolsas tradicionais estavam fechadas. Mais de US$ 300 milhões em posições alavancadas foram liquidadas em 24 horas, com longs representando a maior parte. A resiliência chama atenção: futuros do S&P 500 e Nasdaq 100 caíram 1,1% e 1,5% respectivamente na abertura desta segunda-feira, enquanto o BTC ficou relativamente firme — superando ações pelo segundo dia consecutivo em sessão de aversão ao risco.
O dado citado sobre 24,9% de retorno médio do S&P 500 no ano seguinte a guerras é historicamente verdadeiro, mas esconde um problema real de contexto: o mercado já vinha pressionado por cinco meses consecutivos de queda, correlação elevada com ações (0,55 no índice de 30 dias), e um ambiente de incerteza macro que antecede o conflito. O petróleo WTI disparou mais de 8% e o Brent ultrapassou 9% — a refinaria Ras Tanura da Aramco, que processa 550 mil barris/dia, foi paralisada após ataque de drone iraniano. Cada US$ 10 a mais no barril adiciona aproximadamente 0,2% à inflação americana, o que complica diretamente a janela de corte de juros do Fed. Ouro e prata subiram; dólar valorizou frente ao euro, iene e franco suíço.
O paradoxo é claro: o mesmo conflito que historicamente precede afrouxamento monetário (tese do Arthur Hayes) cria, no curto prazo, pressão inflacionária que torna o Fed ainda mais cauteloso. A variável decisiva não é se haverá recuperação, mas em qual velocidade. Se o conflito escalar e atingir o Estreito de Ormuz — por onde passa cerca de 20% do petróleo global — o impacto econômico muda de categoria. Se uma trégua aparecer nas próximas semanas, o Polymarket já precifica 61% de chance de cessar-fogo até 31 de março, e o mercado pode virar rápido: analistas apontam que shorts estão mais concentrados que longs, o que significa que uma alta inesperada liquidaria mais posições vendidas do que o inverso.

🎯 Polymarket bate recorde histórico com US$ 529M em apostas sobre ataque EUA-Irã
Quando os mísseis dos EUA e de Israel atingiram alvos no Irã na madrugada de 28 de fevereiro, a Polymarket já havia se transformado em um pregão de guerra em tempo real. A plataforma registrou US$ 478 milhões em volume diário — recorde absoluto — e o contrato "EUA ataca o Irã até...?", ativo desde 22 de dezembro, acumulou US$ 529 milhões em volume total, tornando-se o maior mercado da categoria "Mundo e Geopolítica" em toda a história da plataforma. Para referência: só perde para contratos ligados a Trump nas eleições de 2024. O mercado sobre a morte de Khamenei, que ficou entre 25-50% de probabilidade por semanas, resolveu em 100% quando a TV estatal iraniana confirmou sua morte — o trader "Curseaaaaaaa" embolsou US$ 757 mil numa única aposta.

O que chama atenção não é só o volume, mas o que aconteceu antes dos primeiros relatórios públicos. A firma de analytics onchain Bubblemaps identificou seis carteiras que coletivamente lucraram US$ 1,2 milhão apostando especificamente no contrato de 28 de fevereiro — o dia exato do ataque. A maior carteira transformou US$ 61 mil em US$ 493 mil (retorno de 821%). Todas foram criadas e financiadas nas 24 horas anteriores ao ataque, apostaram apenas no contrato de data precisa e compraram cotas "sim" horas antes das primeiras explosões em Teerã. A precisão cirúrgica dessas operações intensificou suspeitas de insider trading com informação militar classificada — categoria que nenhuma regulação financeira atual foi desenhada para tratar.
A Polymarket faz algo que mercados tradicionais estruturalmente não conseguem: funciona 24/7, sem pausa para fins de semana. Enquanto futuros de petróleo e ações só reabriram na noite de domingo, qualquer pessoa com uma carteira cripto já estava precificando mudança de regime no Irã em tempo real. A plataforma aproveitou o momento para criar uma seção dedicada ao conflito, com contratos sobre cessar-fogo, invasão terrestre dos EUA e quem substitui Khamenei. Os odds de cessar-fogo até 2 de março eram de apenas 4%, subindo para 61% até 31 de março. O volume também trouxe escrutínio regulatório renovado: legisladores democratas já criticam a ausência de supervisão sobre plataformas offshore como a Polymarket, e a CFTC — que já multou a empresa anteriormente — deve se posicionar sobre mercados diretamente ligados a operações militares e mortes de líderes estrangeiros.
⚖️ JPMorgan vê aprovação do CLARITY Act como catalisador para recuperação do cripto no segundo semestre
Em meio ao sentimento negativo que domina o mercado, analistas do JPMorgan liderados por Nikolaos Panigirtzoglou publicaram um relatório apontando a aprovação do CLARITY Act até meados de 2026 como o principal catalisador positivo para os ativos digitais no segundo semestre. Na visão do banco, se aprovado, o projeto representará uma transformação estrutural — e não uma mera mudança marginal — ao dividir claramente a jurisdição entre SEC e CFTC, classificando tokens como commodities digitais ou valores mobiliários, e encerrando de vez a abordagem de "regulação por enforcement" que durante anos travou a participação institucional. Uma cláusula de transição permitiria que ativos ligados a ETFs já existentes — como XRP, Solana, Litecoin, Hedera, Dogecoin e Chainlink — caíssem sob o regime mais leve da CFTC.

O banco destaca ainda que novos projetos poderiam captar até US$ 75 milhões por ano sem registro completo na SEC enquanto constroem sua descentralização — o que deve estimular inovação e atividade de venture capital nos EUA. O JPMorgan mantém seu preço-alvo de longo prazo para o Bitcoin em US$ 266.000. Há, porém, uma ressalva relevante: as odds de aprovação do CLARITY Act no Polymarket recuaram de 82% para 63% recentemente, refletindo os entraves ainda não resolvidos — especialmente a questão dos juros em stablecoins e conflitos de interesse em exchanges. Para alguns analistas, o mercado pode já começar a precificar a aprovação antes que ela aconteça, seguindo o clássico padrão de "compra no rumor, vende no fato".
⚠️ O ecossistema cripto de US$ 7,8 bilhões do Irã entra no radar do conflito
Com os ataques de EUA e Israel ao Irã, o sistema financeiro paralelo que Teerã construiu ao longo dos últimos anos ganhou atenção global. Desde 2019, o Irã legalizou a mineração de Bitcoin, permitindo que operadores licenciados usem eletricidade subsidiada em troca de vender o BTC minerado diretamente ao Banco Central. Na prática, o país transforma energia barata em um ativo que cruza fronteiras sem passar pelo sistema bancário controlado pelos EUA. Segundo a Chainalysis, o ecossistema cripto iraniano movimentou US$ 7,78 bilhões em 2025 — valor equivalente ao PIB de países como Maldivas ou Liechtenstein — com a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) respondendo por mais de 50% de todos os fluxos cripto do país no quarto trimestre do ano.

O conflito também expôs a vulnerabilidade desse sistema. Minutos após os primeiros ataques aéreos, as saídas de cripto da Nobitex — maior exchange iraniana, com 11 milhões de usuários — dispararam 700%, segundo a Elliptic, sugerindo uma corrida para mover fundos para exchanges estrangeiras. Para cidadãos comuns, cripto funciona como válvula de escape: durante protestos e bloqueios de internet, os saques de Bitcoin para carteiras pessoais cresceram de forma expressiva, reflexo direto do colapso do rial, que perdeu cerca de 90% do valor desde 2018. Se o conflito danificar a infraestrutura elétrica iraniana, a capacidade de mineração do país pode cair no curto prazo — embora a rede global do Bitcoin deva absorver a diferença com o tempo.
🇧🇷 Banco Central equipara corretoras cripto aos bancos com três novas resoluções
O Banco Central publicou três resoluções que ampliam significativamente o controle regulatório sobre corretoras de criptomoedas no Brasil. A principal mudança, em vigor desde 1º de março, é a inclusão das plataformas de ativos virtuais na Lei Complementar 105/2001 — a mesma que rege o sigilo bancário dos bancos tradicionais. Com isso, as corretoras passam a ter obrigações formais de proteção de dados e devem fornecer informações de clientes ao Coaf e à Receita Federal sempre que solicitado.

Uma segunda resolução, que entra em vigor em janeiro de 2027, exige que as corretoras separem os saldos dos clientes do capital próprio da empresa em contas isoladas e avaliem seus ativos pelo valor justo de mercado a cada fechamento de balanço mensal. As mesmas exigências contábeis foram estendidas aos bancos tradicionais que operam com cripto. Na prática, o pacote eleva o custo operacional do setor — plataformas menores sem estrutura de compliance terão dificuldade para manter a autorização de funcionamento, o que deve acelerar a consolidação do mercado brasileiro em torno das corretoras com maior estrutura técnica e financeira.
⚡ Irã minera Bitcoin por US$ 1.320 — enquanto o mercado paga US$ 67.000
Com o conflito entre EUA, Israel e Irã ganhando atenção global, um dado curioso voltou ao radar: o Irã é atualmente o lugar mais barato do mundo para minerar Bitcoin. Operações licenciadas e vinculadas ao Estado conseguem produzir 1 BTC por aproximadamente US$ 1.320 em custos de energia — uma margem bruta de cerca de 50x sobre o preço de mercado. O segredo está na tarifa elétrica industrial subsidiada pelo governo iraniano, que pode chegar a US$ 0,005 por kilowatt-hora, uma das mais baixas do planeta. Estima-se que o Irã responda por 2% a 5% do hashrate global do Bitcoin — ou seja, aproximadamente 1 em cada 25 blocos minerados passa pelo país. A firma de analytics Chainalysis reportou que o ecossistema cripto iraniano movimentou US$ 7,78 bilhões em 2025, com mais de 50% dos fluxos ligados à Guarda Revolucionária Islâmica.

💳 PayPal escolhe Solana como rede padrão para pagamentos com PYUSD
O PayPal selecionou a Solana como rede padrão para transações com sua stablecoin PYUSD. A escolha não é por acaso: Solana oferece transações rápidas, taxas baixas e infraestrutura consolidada para pagamentos em escala — exatamente o que uma empresa do porte do PayPal precisa para viabilizar adoção em massa. O movimento reforça a posição da Solana como a rede preferida para casos de uso de pagamentos no mundo cripto e deve ampliar significativamente a circulação do PYUSD no ecossistema.

🎒 Backpack Exchange atualiza interface e prepara terreno para Vault, TGE e IPO
A Backpack Exchange acaba de lançar uma atualização de UI/UX que antecipa três novidades relevantes: Vault, TGE e IPO. A atualização já está disponível na App Store e no Google Play. Os detalhes sobre cada funcionalidade ainda não foram divulgados, mas a sinalização simultânea de TGE (Token Generation Event) e IPO na mesma interface é incomum — e sugere que a Backpack pode estar se posicionando para movimentos significativos nos próximos meses, tanto no lado cripto quanto no acesso a mercados tradicionais.

📉 Bitcoin fecha fevereiro com queda de 15% — quinto mês consecutivo no vermelho
Fevereiro encerrou com o Bitcoin em torno de US$ 65.000–66.000, após ter tocado a mínima de US$ 60.000 no início do mês — o menor nível desde outubro de 2024. A queda de 15% no mês fez de fevereiro o quinto mês consecutivo de perdas para o BTC, a pior sequência desde 2018. Para contextualizar a magnitude da correção: em outubro de 2025, o Bitcoin atingiu o topo histórico acima de US$ 126.000. Desde então, acumula mais de 50% de drawdown. Janeiro e fevereiro foram especialmente violentos, com recuos de 17,7% e 19,6% respectivamente.

O Ethereum apresenta um quadro ainda mais severo: seis meses consecutivos no vermelho, tendo ficado no verde em apenas três dos últimos 15 meses. O ETH segue lutando para sustentar os US$ 2.000. Analistas apontam que algo na estrutura do mercado se quebrou após o evento massivo de liquidação de outubro — quando mais de US$ 19 bilhões foram destruídos em um único dia — e o mercado ainda não recuperou a dinâmica anterior.
📊 PMI Industrial dos EUA surpreende e reacende temores inflacionários
O PMI Industrial (ISM) de fevereiro veio em 52,4, acima da expectativa de 51,7 e em um dos níveis mais altos desde 2022. Com janeiro já tendo apresentado dado forte, fevereiro confirma que o fortalecimento do setor industrial americano não foi pontual — é uma tendência. O agravante veio no subíndice de preços pagos, que saltou para 70,5, também o maior nível desde junho de 2022, indicando que as indústrias estão pagando mais pelos insumos que utilizam.

A reação do mercado foi imediata: os rendimentos dos Treasuries de 5 a 10 anos subiram 10 pontos-base no dia. A equação resultante — indústria aquecida, preços subindo e juros longos em alta — reduz significativamente as chances de cortes de juros pelo Fed no curto prazo e reacende a narrativa de pressão inflacionária. Para o mercado cripto, um Fed mais cauteloso significa menos liquidez e mais pressão sobre ativos de risco.
⚔️ Arthur Hayes: guerra prolongada com o Irã pode forçar o Fed a cortar juros — e o Bitcoin a subir
Em seu novo ensaio intitulado "iOS Warfare", publicado em 2 de março, Arthur Hayes traçou um padrão histórico claro: todos os grandes conflitos militares dos EUA no Oriente Médio desde o final dos anos 1980 foram seguidos por afrouxamento monetário do Fed. Da Guerra do Golfo em 1990 aos ciclos de corte pós-2001, a lógica se repete — guerra eleva custos, contrai a economia e força o banco central a injetar liquidez para estabilizar o sistema. Na visão de Hayes, quanto mais tempo durar o conflito com o Irã, maior a probabilidade de o Fed voltar a imprimir dinheiro, e consequentemente de o Bitcoin subir.

O paradoxo, porém, está no curto prazo. Os dados do FedWatch mostram 99,5% de probabilidade de o Fed manter os juros inalterados na reunião de março — já que tensões geopolíticas elevam o preço do petróleo, pressionam a inflação e tornam o banco central mais cauteloso. Hayes reconhece essa contradição e aconselha paciência: esperar os sinais concretos de afrouxamento antes de fazer movimentos mais agressivos. Para o investidor de cripto, a mensagem é clara — o setup macro pode ser favorável no médio prazo, mas a volatilidade de curto prazo ainda é o cenário dominante.
🔷 Ethereum anuncia abstração de contas nativa via fork Hegota em até um ano
Vitalik Buterin confirmou que o Ethereum implementará abstração de contas nativa dentro de um ano, por meio do fork Hegota e do EIP-8141 — encerrando mais de uma década de desenvolvimento nessa frente. A mudança unifica as contas externas (EOAs) e as contas de contrato inteligente em um único modelo programável, habilitando transações em lote, patrocínio de gas por projetos e operações de carteira mais flexíveis. Para ter uma referência de impacto: o EIP-4844 no upgrade Dencun reduziu os custos de transação em L2 em até 90%. O Hegota tem potencial similar — simplificando radicalmente a experiência do usuário e abrindo o Ethereum para um público muito mais amplo.

Isso não é uma recomendação direta de investimento.
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